4.0 

Belladonna

By Daša Drndic & Celia Hawkesworth
Belladonna by Daša Drndic & Celia Hawkesworth digital book - Fable

Publisher Description

Winner of 2018 Warwick Prize for Women in Translation

From the author of the highly acclaimed Trieste, a fierce novel about history, memory, and illness

Andreas Ban, a psychologist who no longer psychologizes, a writer who no longer writes, lives alone in a coastal town in Croatia. His body is failing him. He sifts through the remnants of his life—his research, books, medical records, photographs—remembering old lovers and friends, the tragedies of WWII, the breakup of Yugoslavia. Ban’s memories of Belgrade (which he thought he had left behind) and of Amsterdam (a different world and life) alternate with meditations on hole-ridden time (ebbing away through its perforations), on his measly pension, on growing old and fragile, on the intelligence of rats and the agelessness of lobsters, on deadly nightshade. He tries to push the past away, "to land on a little island of time in which tomorrow does not exist, in which yesterday is buried.” Drndic´ leafs through the horrors of history with a cold unflinching wit. “The past is riddled with holes,” she writes. “Souvenirs can’t help here.” And they don't.

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Belladonna Reviews

4.0
“Després d’haver fet dos treballs de la uni sobre aquest llibre m’he dignat a llegir-lo (no tinc vergonya). M’ha generat molt mal de món i molta pena, la sensació que viuré una guerra i m’ha fet relativitzar coses de la vida. El recomano molt, narra una història que es trenca constantment perque literalment l’horror no es pot explicar de cap altra manera ❤️‍”
“Beladona, também conhecida como erva-moura, bagas do diabo, morte bela, erva do diabo, o que parece terrível e ameaçador. Beladona tem também nomes mais inofensivos, uva-de-cão, meimendro, dulcamara, doce-amarga. (...) A beladona oculta o seu veneno em bonitas bagas negro-malva, nas folhas e nas raízes. As bagas estão cheias de um sumo como tinta preta, agridoce, do tamanho de cerejas, e são refrescantes como uma bebida vitaminada, por isso tentam quem passa: colhe-me, colhe-me e voa para a terra dos sonhos. Essas bagas venenosas aninham-se em pequenas taças verdes, de cinco pontas, e oscilam calmamente nelas à brisa do verão e do outono. Se as comerem, umas poucas bagas podem matar uma criança, enquanto um adulto precisa de cerca de vinte para começar a relaxar, a partir para paisagens fantásticas, porque a beladona tem um poderoso efeito alucinogénio. É a história de: O nome dele é Andreas Ban. É um psicólogo que já não psicologiza. Um escritor que já não escreve. É um guia turístico que já não guia ninguém para lado nenhum. Um nadador que não nada há muito tempo. Tem outras ocupações de que ninguém já precisa. E ele, menos que todos. Andreas Ban vive na Croácia e lida com a velhice, a doença e as memórias de uma vida marcada por tragédias pessoais e colectivas, sobre a luta para dizer as verdades que são encobertas, ignoradas, distorcidas, silenciadas. As memórias morrem assim que são arrancadas do seu meio, quebram-se, perdem a cor, perdem a elasticidade, entorpecem como cadáveres. Todos esses restos são cascas com extremidades translúcidas. As plaquetas do cérebro meio apagadas são um terreno escorregadio, enganoso. O nosso arquivo mental está cerrado, definha no escuro. O passado está crivado de buracos, as recordações não ajudam. Tudo deve ser deitado fora. Tudo. E talvez também toda a gente. Belladonna é um livro avassalador, mas não é uma leitura fácil. Drndić tem um estilo denso, experimental e profundamente histórico que me obrigou a fazer muitas pausas durante a leitura. A forma como mistura ficção, factos históricos e listas intermináveis cria uma sensação de peso quase físico. Não se lê de ânimo leve, mas deixa uma marca profunda. 86/198 – Croácia https://i.gr-assets.com/images/S/compressed.photo.goodreads.com/hostedimages/1541598670i/26559555.jpg”

About Daša Drndic

Daša Drndic (1946-2018) wrote Trieste—"splendid, absorbing" (The New York Times)—shortlisted for the Independent Foreign Fiction Prize; Belladonna—"one of the strangest and strongest books" (TLS)— winner of the 2018 Warwick Prize; and EEG—"a masterpiece" (Joshua Cohen). She also wrote plays, criticism, radio plays, and documentaries.

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